untitled
viviti









 

Biografia

          Lupércio Mundim (Péricles Lupércio Cavalcanti Mundim) nasceu em 4 de novembro de 1946 em Taubaté, São Paulo. Seu nascimento naquela cidade ocorreu apenas porque Ipameri naquela época não oferecia recursos médicos como um hospital e porque sua mãe queria dar a luz perto de sua avó, que estava naquela cidade acompanhando uma filha em tratamento de saúde.

          Lupércio começou a escrever poesias aos quinze anos, quando uma professora de literatura portuguesa o incentivou a passar para o papel o que sentia em seu coração. Ele nunca cursou Letras nem estudou literatura, exceto as aulas do ginásio, por isto sua única preocupação é com o sentimento e a inspiração que ele provoca.

          Sua obra inclui mais de 650 poesias, um livro autobiográfico (Os Telhados de Ipameri) que conta suas aventuras e desventuras da infância à maturidade, e alguns contos, crônicas e artigos, dos quais só publicou algumas poesias em uma Antologia Poética. Lupércio prefere não publicar suas obras por conta própria, suas poesias podem ser lidas em seus sites:

          Alma Poética - http://www.mundim.net

          Planeta Poesia - http://poesia.501megs.com


          Ipameri - http://www.ipameri.org



Lua Oriental

Ah minha doce lua,
crescente lua oriental,
a linda imagem sua
cura-me de qualquer mal.

Lava minh´alma suavemente
eliminando todas as tristezas,
incentive-me a seguir em frente
observando somente as belezas.

Transporte-me ao mundo da poesia
onde reinam o encanto e a paixão,
onde meu amor se envolve em minha fantasia
e se entrega aos desejos do meu coração.



Saudade II

Sentir saudade é sofrer
a angústia mais profunda,
é chorar a lágrima que inunda
um coração que só quer morrer...

Sentir saudade é sorrir
ao relembrar o passado,
é esperar que o ser amado
volte algum dia, no porvir...

Sentir saudade é amar
alguém querido à distância,
é sentir na alma a fragância
deixada por ela no ar...



Cortejo Estelar

A lua caminha calma
no céu de minha alma
acompanhada de mil estrelas,
ah como podem ser tão belas.

As nuvens desapareceram
e com isto transpareceram
o imutável desejo de zelar
pela beleza do cortejo estelar.

O sol nasce devagar
e já começa a indagar:
o que foi que aconteceu
depois que me fui e anoiteceu?

Com o coração aquecido
pelo astro recém-nascido,
bem melhor estou me sentindo,
só falta agora ver você sorrindo!



Sou

Sou abelha sem o polem da flor,
sou planta sem água e calor,
sou locomotiva sem óleo e vapor,
sou um miserável sem o seu amor.

Sou pássaro ferido e sem ninho,
sou flor sem pétalas, sou espinho,
sou um perdido sem rumo e caminho
sou um mendigo sem o seu carinho.

Sou um deserto imenso a arder,
sou arco-íris sem sol e sem chover,
sou pedra, sem vontade nem querer,
não sou nada sem seu amor ter.





Webmaster:
Lupércio Mundim

Web Hosting · Blog · Guestbooks · Message Forums · Mailing Lists
Easiest Website Builder ever! · Build your own toolbar · Free Talking Character · Email Marketing
powered by a free webtools company bravenet.com